sábado, 5 de maio de 2012

Corset? Corselet? Ou corpete?

Lara,
Depois de nem sei mais quanto tempo, desencantei seu post sobre a diferença entre corset, corselet, corpete e espartilho.
O mercado não especializado e as consumidoras, no geral, adotaram os nomes como se um fosse tudo a mesma e não são!
Corset e espartilho são sinônimos. Corset é a palavra em francês e espartilho em português. É uma peça feita com várias camadas de tecido, possui amarração e tem como função reduzir medidas, valoriza a silhueta, deixando a mais sinuosa. Ela reduz a cintura. É uma peça que deve ser feita sob medida. 
Uma das marcas mais famosas aqui no Brasil é a da Madame Sher. Vale a visita no site: http://www.madamesher.com/pt


Corselet é uma peça de lingerie inspirada no corset (espartilho) que pode ou não ter amarração. Sua função é meramente estética, não diminuindo medidas.

 Foto: http://mondomoda.wordpress.com/2011/09/28/corset-corselet-corpete/


Foto: www.abril.com.br

O corpete é uma peça de roupa, como se fosse uma blusa, também inspirada no corset (espartilho) e que, também, não diminui medidas, não afina a cintura.



Foto: http://www.purafrescura.com.br/corpete-espartilho-ou-corselet-dicas-e-modelos-2012/
Esse é um exemplo que pode ser um corselet ou um corpete:



 Foto: http://macapa.olx.com.br/pictures/blusas-corpete-corset-corselets-importados-lindos-iid-252204513

E aqui um na versão corpete e corselet:



Foto: http://elegantza-lingerie.blogspot.com.br/2008/12/blog-post_6025.html

Todos eles podem ser usados por baixo ou por cima de outra peça.
Corset por cima da camisa:

 Foto: http://yogaonlinemalhascompressivas.blogspot.com.br/2010/07/lancamento-da-yoga-corset.html 

Corselet por cima da camisa:



Foto: http://multiploseus.wordpress.com/2011/12/26/meio-look-de-natal/

Corpete por cima da camisa:



Foto: http://ane-detudoumpouco.blogspot.com.br/2010_03_01_archive.html

Tenho corsletes e corpetes. Acho que não nasci para suportar uma coisa me apertando, me esmagando.
Espero ter respondido a sua dúvida. Qualquer coisa é só voltar. Prometo tentar demorar menos.

Nana

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Vale a leitura

O último post falou um pouco do porque o Pequenos Frascos estar tão parado. A nossa proposta é dar uma visão NOSSA das coisas e não ser mais um blog que copia.
Acabo de ler esse post http://insurto.blogspot.com.br/2012/04/o-melhor-blog-do-mundo.html, indicado pelo @petiscos.
Vale a leitura!

Nana

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um oi

Passando rapidinho para falar duas coisas.
Lara, não esqueci o seu post. Já fiz a pesquisa e vou escrever. As coisas estão meio confusas aqui mas vai sair.
E a outra é recomendar a leitura desse post do Pimenta no teu... é refresco! 
Concordei com muitas coisas e elas servem para explicar um pouco do blog estar tão parado.
Beijocas e obrigada pelo carinho e paciência de vocês.

Nana

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Oi???

Sem palavras para esboçar qualquer coisa.






Nem em casa, no escuro do quarto, sozinha e deprimida eu consigo ficar assim.

Ana

domingo, 3 de julho de 2011

Nunca é tarde para aprender


O negócio é o seguinte:
Tenho certa preguiça de clichês, mas eles sempre estão presentes na vida da gente...
O de hoje é “nunca é tarde para aprender”!
Hoje, domingo, voltando do tradicional café na padaria, um senhor já de cabeça branca caiu da bicicleta. Fui ajudá-lo. A rua estava erma e fiquei com dó. Ele, tadinho, ficou muito sem graça e pedindo desculpas (?) virou pra mim e disse:
“- Obrigado, moça, tenho vergonha de dizer, mas tenho uma certa idade e estou aprendendo a andar de bicicleta agora.”
Chegando em casa, dei de cara com isso: 



É o que digo:
NUNCA É TARDE PARA APRENDER A SE VESTIR, DONA ENOLI LARA!!!!

Ana
 

domingo, 26 de junho de 2011

A boa filha à casa retorna.

É! Eu sumi... muita coisa aconteceu nesse hiato entre meu último post e o de hoje.
Aos poucos vou voltando e retomando os assuntos.
Ainda continuo tendo milhares de “momento rabugice” e outros momentos também surgiram. Minha nova condição de vida pessoal e profissional me levaram a observar  “tribos” que nunca me chamavam a atenção, mas que agora sou integrante delas. Mas isso vai ser falado aos poucos.
Bom, esse post vai ser super curtinho. Será mais para marcar o retorno.
E não posso deixar de falar algo que adorei:
Na edição da Vogue Brasil deste mês – junho/11 – li algo que vou adotar porque já não agüento mais usar as “big bags”: a mulher deve se preocupar e sempre levar consigo apenas o MILK (Money, ID, Lipstick, Key). Agora, eu, Ana, viciada em gadgets que sou, acrescento um S ao Milk... S de Smartphone. Então, vamos lá, adotem o MILKS.
Beijos. 

Ana

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Atendimento


O post é sobre a relação entre cliente e prestadores de serviços em que o serviço tem hora marcada. Foi escrito do ponto de vista de uma cliente mas com alguns pitacos para os prestadores de serviço. Ele foi baseado em casos de salões de beleza, mas, acho que se aplicam também a médicos, dentistas, spas, consultores...
Acho que a primeira coisa que tem que ser muito bem cuidada, organizada é a agenda.  Quem cuida da agenda do estabelecimento tem que se certificar que o profissional tem horário naquele dia, fechar a agenda no horário em que ele não está lá e se atualizar: os horários nesses casos mudam o dia inteiro. 
Atrasos: não adianta que brasileiro não tem a cultura da pontualidade. Mas tem que haver um limite. Um cliente não pode pagar pelo atraso do outro. E a gente já sabe: atrasou um vai atrasando todos. Tem solução? Total? Acho que não, mas, tem como minimizar o estrago. Estabeleça limite para o atraso. Passou o tempo de tolerância, atenda outro cliente. Quando o atrasado chegar ele escolhe esperar até que possa ser atendido ou escolhe voltar (ou não) outra hora.
Cliente que não marcou hora: O estabelecimento não é obrigado a atendê-lo. Mas se escolheu fazê-lo tem que atender com a mesma boa vontade e excelência de trabalho com que atenderia que o que marcou hora. Se você acha que não será possível explique isso. Diga que não tem horário ou que o tempo que você tem não é o suficiente para você executar o seu melhor trabalho. Garanto que, apesar de querer ser atendido, o cliente vai valorizar o respeito que você teve por ele. Caso ele insista que pode fazer de qualquer jeito resista à tentação: esse cliente vai esquecer que ele escolheu ser atendido de qualquer forma e vai espalhar que o seu serviço não é bom.
Cliente de 1ª vez, cliente de uma vez ou outra e cliente fiel (ou que gastam mais): todos pagam da mesma forma, então, merecem todo respeito, bom serviço e boa vontade.  Você pode e deve mostrar seu afeto, seu apreço por aqueles que te prestigiam mais ou menos, que você tem afinidade ou não. Mas, no serviço, o atendimento tem que ser o melhor possível para qualquer um. Se é um cliente de 1ª vez você tem que conquistá-lo. Se é o cliente de vez enquando (ou que gasta menos) saiba que ele está ali porque ele vê diferencial no seu trabalho e valoriza isso, ou seja, faz propaganda positiva do seu trabalho. E cliente fiel é cliente fiel. E lembre se que você tem a escolha de não querer atender.
O que é combinado não sai caro e nem barato para lado nenhum: o cliente não é obrigado a saber como o seu trabalho é feito e como você coloca preço nisso. Então, explique a ele o que ele está pagando e porque ele está pagando. Aí ele vai escolher se quer pagar ou não.
Aqui vou exemplificar. Essa semana, como estava muito frio, resolvi lavar e secar o cabelo em um salão. Era a minha primeira vez no salão e eu só tinha marcado horário para fazer mão. Cheguei e perguntei se tinha alguém que pudesse me atender para lavar e secar. Me disseram que sim. Ok. Ninguém veio olhar o tamanho do meu cabelo, perguntar se eu só queria “bater o secador” ou escovar. Terminei a mão e fiquei aguardando para arrumar o cabelo. Veio a menina lavar (ela iria lavar e secar). No meio do processo ela me solta: “a minha cliente das 10 chegou, então, eu vou terminar aqui e outra pessoa vai secar seu cabelo, tá? É que deu 10:20 ela tava atrasada, achei que ela não vinha e resolvi te atender.” Detalhe: eu cheguei no salão às 9:30 e me disseram que ela estava disponível. Para completar, a pessoa para quem ela me passou estava secando o cabelo de outra pessoa e já tinha gente aguardando por ela. Nisso eu já sabia que meu cabelo não ia ser bem seco. Como eu não tinha outra alternativa já que estava com o cabelo pingando água, esperei. O meu cabelo é curto mas é muito, então, demora pra ser seco. A menina que foi secar meu cabelo me perguntou o que eu queria. Eu respondi secar. Ela perguntou se eu queria uma escova. Eu falei: não quero que ele seja escovado, modelando. Quero que seque ele. Gente!!! Eu não sei a diferença técnica (se é que existe ou se é um conceito de casa profissional, que no caso, dá no mesmo) do que é uma escova e o que é simplesmente secar o cabelo. Para mim, escova é quando a pessoa começa a secar meu cabelo já modelando. E secar é quando ela vai “batendo o secador” e ao final do processo vai ajeitando com uma escova. E foi isso que a menina fez. Então, para mim, ela apenas secou meu cabelo. E enquanto ela fazia isso, a cliente que a aguardava estava com uma cara péssima (com razão porque ela estava esperando no horário dela), a profissional estava falando que estava demorando mais do que o esperado (se ela tivesse olhado, pegado ou mesmo perguntado para quem lavou meu cabelo saberia que não ia ser rápido como parecia) e eu lá me sentindo mal atendida.
Eu fui ao salão acompanhada de uma tia que pagou pelo serviço de nós duas e foi embora  deixando tudo acertado. Quando terminei, passei na recepção para verificar se estava tudo ok e já estava virando as costas para ir embora. Aí a menina da recepção fala com que secou meu cabelo: “fulana, o dela é o que?” Como assim? É o que? Aí a fulana respondeu: “o dela é 25 reais”. Perguntei se então eu tinha que pagar alguma diferença. Sim. A menina havia cobrado somente 10 reais. Eu questionei o que havia sido feito afinal no meu cabelo. Ela disse que escova porque escova é quando a pessoa utiliza a escova para modelar o cabelo e secar é só quando ela bate o secador. Bom, quem pega meu cabelo para secar sabe que só com secador não dá. Tem que utilizar uma escova para ajeitar, dar o acabamento. Se isso é considerado escova pelo salão ele tem que me informar isso. Porque eu tenho que ter a escolha se eu quero fazer ou não. Eu poderia ter saído do salão sem nem falar com a recepcionista, afinal, já estava tudo acertado. E se eu tivesse feito isso o salão estaria no prejuízo. Ou seja, o que é combinado não saí caro e nem barato para lado nenhum.
Moral da história: me senti mal atendida e lesada. Vou voltar? Não. Vou indicar? Não. Posso ir e fazer minha mão porque a manicure é muito boa. E se houvesse comunicação ou um tiquinho mais de atenção por parte dos responsáveis pelo salão saberiam que eu estava lá porque eu estou insatisfeita com o salão que eu freqüentava. Com isso, deixarei de indicá-los a minha mãe e minha cunhada que também estão à procura de um novo salão.
E tudo isso que estou relatando não acontece só em salão pequeno, de bairro não. Acontece com os tops de linha também. Me dá uma sensação de descaso na relação. Clientes que não respeitam o profissional ao atrasar, por exemplo, e dos prestadores de serviços de mil formas. Cliente tem sempre razão? Para mim, não. Se há regras claras para os dois lados está certo quem as cumpriu.
Tudo bem que eu sei que não são regras que possam ser muito rígidas, é uma relação delicada porque envolve muito a auto-estima das pessoas... Mas, é preciso que haja regras para que haja respeito, algo que para mim é fundamental e pauta todo o resto.
#Pronto!Falei!

Nana

sábado, 4 de junho de 2011

Rápidas e rasteiras.

Objeto de desejo imediato direto do Fashion Rio. Quero para ontem! Me vi dentro desse vestido. É da Andrea Marques numa coleção inspirada em Copacabana. Ai que saudade de mim no Rio de Janeiro!




Alguém conhece loja de aluguel de roupa de festas em Belo Horizonte? Se sim, por favor, deixe o nome e se possível endereço nos comentários. Obrigada!!!

Falando em aluguel de roupa de festas, atenção mães de noivas e noivos: evitem usar azul marinho ou um verde muito escuro. Numa festa, com pouca iluminação ou iluminação indireta, todos convidados terão certeza de que você está de preto. #Ficaadica!

Nana

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Color block para baixinhas


Há uns dois ou três posts atrás disse que não ia falar sobre color block ou color blocking e até indiquei um post das meninas da Oficina de Estilo. Mudei de idéia quando, nos últimos 15 dias, um post que eu fiz sobre botas para baixinhas foi muito comentado. Aí pensei: color block é mais um desafio para nós que temos baixa estatura. Por que? Em geral, são looks em que as cores ficam muito marcadas, dividindo a nossa silhueta e com isso fazendo com a gente pareça mais baixa. Resolvi então, buscar imagens que mostrem como podemos usar o color block de forma que nos favoreça. Lembrando sempre que o mais importante não é seguir regras, mas sim ser feliz com o que usamos. E eu acho que quando usamos algo que nos favoreça isso fica mais fácil.
Vamos às imagens e algumas explicações.

Temos 3 cores de famílias próximas: laranja e amarelo. A quebra parece menor. Além disso, a sandália não cria muito contraste, alongando a silhueta. Eu aconselho que a saia seja um pouco mais curta também.

 
Mesma situação: cores de famílias próximas. Eu evitaria o sapato preto todo fechado. Trocaria por um que mostrasse o peito do pé.

Aqui são dois exemplos bacanas. Apesar do contraste entre o vestido e o casaco, temos uma continuidade entre: casaco, meia e sapato, o que alonga. E do lado o uso de uma peça – o short - que deixa muita “pele” a mostra, minimizando muito o corte que é feito na linha da cintura.

Esqueçam as meias pretas e o sapato. As listras não estão criando contraste e por isso não cortam a silhueta e a cor de término da blusa emenda com a saia. Como a saia é curta, nos pés a cor do sapato não influencia muito desde que ele deixe o peito do pé a mostra.

Novamente, esqueçam as meias e o sapato. O tom sobre tom é um ótimo truque para parecer mais alta.

Perfeito também! A base é de uma única cor e o colorido vem nos detalhes. Importante lembrar que o blazer que é o que mais chama atenção no look está na parte de cima, para onde o olhar é atraído.


Muita pele de for a e um sapato nude! Fácil, né?


Muita pele de for a, sapato e meias nude e pouco contraste entre o blazer e saia.

Acho que é meu exemplo favorito que eu super usaria. Adoro o contraste entre laranja e azul (verde azulado ou azul esverdeado, no caso). O bloco de cor é criado entre o vestido e echarpe. E nos pés, sapato nude. Perfeito!

 
Novamente base de uma só cor e atenção voltada para cima

 
Duas coisas: o preto da bota não contrasta muito com o azul escuro do casaco e o chapéu e o lenço puxam o olhar para cima.

Não há grande contraste entre a blusa e a calça e o sapato é nude.

No look da esquerda, o cós da calça (ou saia) emenda com a primeira listra acima. E no look da esquerda há muita pele a mostra. Eu tiraria a tira que prende o sapato no tornozelo para evitar que haja um corte nesse local.

Por fim, montei alguns looks no polyvore que acho que funcionam bem para a gente.
Nos looks do vestidos. 


No look roxo,  o bloco de cor é criado no contraste entre vestido + bolero com a carteira amarela. Nos pés: nude!!!
O vestido azul com o casaco azul mais escuro não criam muito contraste entre si. A carteira cheia de cores dá graça ao look. E nos pés: nude!!!
O outro look é quase uma reprodução daquele look lá em cima que eu amei. Nos pés: nude!!!!


Saia Short Calça Color Block


Saia e short funcionam quase do mesmo jeito, assim como saia longa funciona mais ou menos como calça.

No look do short, o sapato pode ser colorido, pois, há muita pele a mostra. Assim se o short ou saia forem curtos não há problema em o sapato ser colorido desde que ele deixe o peito do pé aparecendo.

No caso da saia amarela com o casaquinho azul o corte de silhueta é minimizado pelo fato de serem duas cores clarinhas que não criam muito contraste entre si. Se a saia for mais compridinha, nos pés: nude!!!!

Usei no outro exemplo saia longa porque é uma peça que está super na moda e também existe um mito que baixinha não pode usar. Pode sim. O comprimento da saia deve ser, pelo menos, na altura do ossinho do tornozelo. Mas, também não é para exagerar no tamanho e sair tropeçando na saia. Salto sempre ajuda, né? E nesse caso, a blusa não cria contraste com a saia. A ousadia maior fica por conta da cor da carteira.

Enfim, espero que eu tenha ajudado as meninas que querem sair coloridas por aí.

E o tal do “nos pés: nude!!!!” está explicado aqui: http://pequenosfrascos.blogspot.com/search/label/baixinhaenude.com




Nana

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Objeto de desejo imediato!

Estou amando essa moda de usar branco em diversas ocasiões que não o reveillon. Eu mesma usei um vestido branco outro dia em uma festa e adorei o resultado. (Modéstia passou longe).
Fazendo a ronda diária nos blogs vi uma quantidade enorme de mulheres que usaram branco no tapete vermelho de Cannes. Muita coisa linda, mas o que fez meu coração disparar foi o modelito abaixo.
Quero pra ontem!!!!!



Nana